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sábado, julho 21, 2018

O Nó do Diabo

O Nó do Diabo - Imagem: Divulgação
Muitas vezes analisado como mero escapismo, o cinema de gênero também tem uma postura crítica social e política ao longo da história da sétima arte, em especial quando lembrarmos as obras de George A. Romero, Tobe Hooper ou Wes Craven. Não há problema algum em ser entretenimento e também ser crítico ao mesmo tempo, e o horror é uma ferramenta ótima para isso.

Amores de Chumbo

Amores de Chumbo parte de um dos temas mais explorados pelo audiovisual brasileiro em todos os tempos para compor um registro singelo e poético sobre a persistência da afeição. Trata-se de um filme vagaroso e delicado que aborda a ditadura militar para traçar paralelos entre os efeitos desta que é uma ferida aberta na vida pública do país com as relações interpessoais e particulares de seu trio de protagonistas. Um dos grandes trunfos da obra, que não é perfeita, está já em seu argumento. Ao tatear os signos do cinema romântico sob a perspectiva de personagens na terceira idade, o filme firma-se como um bem vindo discurso sobre a riqueza de se evidenciar grupos subrepresentados no audiovisual. Aqui se ama, sente tesão e sofre com uma veracidade adolescente (ou melhor, humana), embora isso se manifeste de forma mais contida.

Esplendor

Delicadeza, teu nome é Naomi Kawase. Sem exagero. É através de sua principal característica que a diretora japonesa traz uma história situada em um universo tão próximo, mas também tão pouco retratado no cinema: o da criação de legendas para versões de filmes para cegos, de forma que eles não apenas possam compreender o que acontece, mas também a subjetividade de tais imagens. Só que, na verdade, Kawase deseja falar sobre como lidar com a subjetividade na própria vida.

Cine Casarão – Filmes de 14 de junho à 17 de junho

Cine Casarão – Filmes de 14 de junho à 17 de junho
Filme : AS BOAS MANEIRAS Data: 14/06/2018 (Quinta) - 16:00h; 20:30h | 15/06/2018 (Sexta) - 14:00h; 18:20h  | 16/06/2018 (Sábado) - 16:00h; 20:30h |   17/06/2018 (Domingo) – 19:00h Sinopse: Ana (Marjorie Estiano) contrata Clara (Isabél Zuaa), uma solitária enfermeira moradora da periferia de São Paulo, para ser babá de seu filho ainda não nascido. Conforme a gravidez vai...

Entre-Laços

Entre-Laços
por Lucas Salgado Exibido no Festival de Berlim 2017, de onde saiu com o Prêmio Teddy, voltado para filmes com a temática LGBT, Entre-Laços é uma obra que trata de forma humana e honesta a questão de transgêneros. Ainda que deva receber algumas ressalvas, trata-se de um filme importante nos tempos de hoje, uma vez...

Comboio de Sal e Açúcar

Comboio de Sal e Açúcar - Imagem: Divulgação
Cineasta gaúcho radicado em Moçambique, Licinio Azevedo continua sua investigação de aspectos sociopolíticos e culturais do país africano em Comboio de Sal e Açúcar. Adaptação de romance escrito pelo próprio Licinio, o drama volta à década de 1980 para narrar um conto da guerra civil que assolou o país entre 1977 e 1992. Com ambição maior do que a capacidade de execução e certa falta de foco, o realizador entrega uma obra instável sobre seus abundantes objetivos e tópicos, demonstrando óbvia dificuldade em transpor as camadas da trama dos livros para a tela.

Baronesa

Baronesa - Imagem: Divulgação
Quando o curador do festival Olhar de Cinema, o cineasta Aly Muritiba, apresentou este filme ao público, ele ressaltou a importância do retrato das favelas por um prisma feminino, já que as comunidades costumam ser associadas à masculinidade. Este é um ponto de partida interessante: Baronesa é um projeto sobre mulheres, dirigido, roteirizado e produzido por mulheres. Este fator talvez não traga nenhum “olhar feminino” ao conjunto (eufemismo normalmente associado à delicadeza), porém permite a representatividade de uma parcela mal representada no cinema e na sociedade de modo geral.

As Boas Maneiras

As Boas Maneiras - Imagem: Divulgação
O cinema de Marco Dutra e Juliana Rojas não é fácil, não é simples, e se manifesta com um profundo respeito pela linguagem. Sua gana de explorar as possibilidades da sétima arte é latente — o que por isso só já os torna dignos de todo crédito e atenção. Após diluir sua paixão pelo terror em projetos solos com maior influência de outros gêneros, como o musical cômico Sinfonia da Necrópole e o thriller dramático O Silêncio do Céu, a dupla retoma o horror social de Trabalhar Cansa em seu projeto mais novo projeto; que é mais ousado, mais complexo e, por vezes, menos coeso.

Paraíso Perdido

Paraíso Perdido
Sem lançar filmes desde Ó, Paí Ó, Monique Gardenberg retorna com uma obra caprichada que conjuga as reflexões sobre passado e comunidade exploradas em seus principais longas e o notório talento no comando de performances musicais. Diretora de shows e DVDs de nomes como Caetano Veloso, Marina Lima, Roberto Carlos e Ana Carolina, a cineasta conta história(s) cujo núcleo é uma casa noturna comandada por figura vivida por ninguém mais, ninguém menos que Erasmo Carlos, o Tremendão.

Cine Casarão – Filmes de 07 de junho à 10 de junho

Cine Casarão – Filmes de 07 de junho à 10 de junho
Filme : OS FANTASMAS DE ISMAEL Data: 07/06/2018 (Quinta) - 20:30h | 08/06/2018 (Sexta) - 18:30h  | 09/06/2018 (Sábado) - 20:30h | 10/06/2018 (Domingo) - 17h Sinopse: Ismaël (Mathieu Amalric) é um cineasta que, após um longo tempo, voltou a amar. Traumatizado devido ao súbito desaparecimento de sua esposa, Carlotta (Marion Cotillard), ocorrido há 21 anos,...

A estranha velha que enforcava cachorros

A estranha velha que enforcava cachorros - Imagem: Divulgação
O filme, produzido como trabalho de conclusão no Curso de Tecnologia em Produção Audiovisual da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), conta a história de um homem que se solidariza com um santo e, em um ato de delírio, vê várias mulheres pedindo esmolas na porta da casa dele.

Os Fantasmas de Ismael

Os Fantasmas de Ismael - Imagem: Divulgação
Por mais que não seja exatamente uma réplica, há muito de Três Lembranças da Minha Juventude no novo trabalho do diretor Arnaud Desplechin. A começar pelo protagonista, Mathieu Amalric, passando pela existência de personagens centrais chamados Dedalus e uma trama em torno dos traumas deixados por uma mulher misteriosa e marcante. Mais ainda: se em Três Lembranças... a narrativa é claramente dividida em episódios, em Les Fantômes d’Ismaël algo parecido pode ser notado, por mais que não haja uma quebra tão explícita. Tudo devido à existência de subtramas que, cada uma a seu modo, apresentam características bem particulares.

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