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Segundo dia – “Lugares que o dia não me deixa ver”

Segundo dia – “Lugares que o dia não me deixa ver”

Nesta segunda-feira, dia 10/09, realizou-se o segundo dia do projeto da Cia de Idéias – Lugares que o dia não me deixa ver. Desta vez, a fachada escolhida foi a do prédio da esquina da Av. Getúlio Vargas com a Av. Leonardo Malcher.
A ação artística realizada ficou a cargo da Cia. de Idéias com a performance 3:45 ou 15 para as 4, com João Fernandes, Ruan Viana e Branco Souza
A apresentação foi muda e bastante visual. Localizados nos arredores e calçada do prédio, os três performers, com seus figurinos mambembes, misturaram-se com a fachada descuidada, cheia de pichações e grafite, banhada com luz de várias cores para compor fotografias inusitadas.
Se o objetivo do projeto é integrar a população com a arquitetura não vista, na ocasião isso foi alcançado de formas não esperadas. A fotografia oficial ficou a cargo de Ruth Jucá, entretanto dois fotógrafos que passavam por ali, Navarro e Zacarias Lima, afinaram suas lentes e fotografaram o que se passava. Exemplos como esse, fizeram o dia de ontem ultrapassar o caráter de intervenção e passar ao de intercriação artística.

Na próxima segunda-feira, dia 17/09, será a vez do Complexo da Booth Line (estacionamento do Porto de Manaus), com apresentações INTENSE da Santa Bounce Corpo de Performance e Auto do Rei Leal da Cia de Idéias.

Sempre às 18h. A fachada fica iluminada até meia-noite.

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Um Comentário

  1. Ola, adorei a iniciativa de vocês, sou formando em arquitetura, e o meu TCC tem como tema a revitalização dessa unidade histórica em particular.
    as entidades governamentais, não possuem um histórico da edificação por ser ter sido um edificação particular no passado, através de relatos de ex-moradores do centro, e historiadores como o professor Moacir de Andrade, eu consegui levantar a historia desse prédio.
    a edificação pertencia a família Fonseca, um armazém que entrou em decadência com o fim do ciclo da borracha, e fechou as portas logo a pós o falecimento dos proprietários. os herdeiro voltaram a Portugal abandonando a edificação, no Implurb, a edificação esta datada do inicio do ano de 1900

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